Viena – Reconhecimento de campo

Hoje chegamos aqui em Viena e não deu tempo para muita coisa. Praticamente só fizemos mesmo um reconhecimento de terreno. Fomos à catedral matriz da cidade, a Stephansdom. Realmente impressiona! É incrivelmente alta e monumental.

Já sentimos que Viena tem um espírito muito diferente de Praga. Enquanto uma é pacata e turística, a outra é uma vibrante cidade moderna, cheio de gente “de verdade” passando a trabalho pra lá e pra cá.

Mesmo o centro histórico da cidade tem uma vida pulsante que não vemos em Praga, que dá ares de uma cidade interiorânea.

Depois de atravessar a praça da Stephansdom, fomos em direção ao glorioso palácio chamado Hofburg. Tem uma praça muito louca ali perto, a Michaelerkirche. Por onde andamos vemos carruagens levando turistas para passear em torno dessa região que é extremamente grandiosa.

Dali, tínhamos já que voltar para o hotel, pois tínhamos feito reservas para um espetáculo de Ballet na Wiener Staatsoper. Para não chegar atrasado, tentamos pegar os tíquetes (tínhamos a confirmação do bilhete eletrônico comprado via internet, mas precisa pegar o tíquete de verdade lá mesmo), mas já estava tudo fechado.

Então fomos vestir nossos trajes de passeio para assistir a mais um espetáculo belíssimo. Eu sei que já falei sobre ballet numa postagem anterior, mas vou repetir. Incrível. Melhor ainda que o de Praga, porque aqui a produção foi completa, com orquestra de verdade tocando, numa das casas de espetáculos mais bonitas de toda a Europa!

A companhia era parisiense e estavam encenando a coreografia do famoso bailarino russo Nureyew da peça Dom Quixote. Vestidos espanhóis, toureiros, moinhos de vento no cenário. De fato um espetáculo para ninguém botar defeito. Acho difícil alguém não se maravilhar vendo o talento e a performance de todos aqueles artistas

Demais!

Amanhã vamos conhecer de verdade a cidade.

Abraços a todos!

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Escrito por: Gleiber Rodrigues
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