Ir ao Louvre sem entender de arte. Compensa?

Vocês já devem ter percebido que, principalmente nas viagens ao exterior, a gente tem uma espécie de dever moral de visitar determinadas atrações turísticas. Como ir a Roma sem visitar o Coliseu? É como ir a Atenas e não visitar a Acrópole, ou ir ao Egito e não visitar as pirâmides?


Pirâmide no Egito

Já pararam para pensar que algumas dessas “atrações” são, na verdade, uma baita furada? Estive em Roma num domingo e não me abalei para ver o papa acenar de uma janelinha em uma praça lotada…

E confesso que não tive paciência de esperar a troca de guarda no palácio de Buckingham (cheguei com 2h de antecedência e não achei nenhum lugar com uma visibilidade decente!). Mas não me arrependo! Talvez tivessem rendido fotos legais, ou histórias para contar, mas cá entre nós, não achei que compensasse o trabalho.

O Louvre é um outro exemplo dessa polêmica. O museu mais famoso do mundo (não sei se não é o melhor, também!), afinal de contas, MERECE uma visita quando formos a Paris, não é mesmo?

 
Louvre: o museu  mais famoso do mundo!

Será? Será que compensa o tempo de fila (se você não comprou o Paris Museum Pass, se prepare para uma fila realmente colossal!)? Será que se justificam as horas de caminhada (talvez o dia inteiro), para não chegar nem perto de percorrer metade dele? Será que vale à pena embrenhar-se à multidão para chegar perto da tão famosa Monalisa só para descobrir que é um quadrinho bem pequenino, e que nem tem nada de tão especial assim?


Apaixonado pela Monalisa

Se você gosta de verdade de artes visuais e, principalmente, se você é do ramo, claro que compensa! Afinal, ali é o lugar com o maior número de obras-primas da humanidade por metro quadrado em todo o mundo (ou não? Falei besteira?).

Mas se você não entende nada de arte e nem é do ramo (assim como eu), será que vale a pena tirar um dia de passeios em lugares mais pitorescos para se sentir um ignorante/grosso/deselegante em meio a tantas coisas cujo valor não conseguimos entender verdadeiramente?


Uma das pirâmides do exterior do Louvre

Cada um deveria refletir e encontrar em si a resposta mais apropriada. Mas acho que não deveria ser vergonha alguma trocar um dia de Louvre por um dia na Eurodisney, por exemplo (em dias de chuva, por favor, prefira o Louvre!!!). Eu não acho que existam pontos turísticos OBRIGATÓRIOS.

Devemos fazer nas nossas férias os passeios que nos deem prazer, que nos agradem. Não deveríamos ter o DEVER de visitar a torre de Pisa na Itália SÓ PORQUE, ao retornar, todos vão perguntar SE você foi até lá.


Eu fui à Eurodisney e adorei!

Alguns lugares que visitei foram fantásticos, mesmo sendo clichês. Posso citar aqui o passeio de gôndola em Veneza, assim como Stonehenge, as Pirâmides ou a Acrópole. Em outros, me decepcionei como o Coliseu e a London Eye (aquela roda gigante na margem do Tâmisa, em Londres).


Acrópole: clichê mas incrível (mesmo em obras)

Outro exemplo Parisiense: achei totalmente desnecessário subir a Torre Eiffel. A fila, o ingresso caro, a lata de sardinhas que foi aquele elevador, o vento frio congelante, a multidão se estapeando para achar o melhor ângulo, a briga para descer de volta…

Não! Não valeram a pena. É bem legal ir até lá (não vou dizer nunca para alguém ir a Paris e não visitar a Torre Eiffel!!! Não fiquei louco ainda!). Só não precisa SUBIR nela.


Basta ir até lá para se encantar por ela

Se você quer ver a cidade do alto, recomendo subir a Notre Dame. A vista é até mais bonita (tem a vista da Torre Eiffel, hehehe), mas muito mais interessante pela proximidade com aquelas gárgulas assustadoras. Valeu cada um dos 386 degraus e está incluso no Paris Museum Pass! Sem filas!


Gárgulas da Catedral de Notre Dame – Paris

Mas voltando ao Louvre…  Vou responder dando a minha opinião estritamente pessoal, tá?

Se você não entende de arte e puder pagar um guia, pague. As suas explicações serão valiosíssimas.
Se não puder pagar um guia de carne e osso, pague por um dos audioguides vendidos na entrada (aviso: não tem opção em português).

Se você não puder pagar por um audioguide, vá assim mesmo, sem entender nada. Você pode não aproveitar o quanto poderia, mas vai se maravilhar e voltar de lá louco para entender um pouco daquela grandiosidade toda.

Se a visita ao Louvre servir para lhe aproximar um pouco do universo artístico, tão incrível, tão sutil, tão mágico, já valeu a visita.

Abraços a todos.
Até o próximo post.

P.S. O setor de Antiguidades Greco-romanas (e Egípcias) é o mais fácil de entender (e admirar), mesmo para quem não entende de arte.

 

Mais Reflexões de Viagem?
Escrito por: Gleiber Rodrigues
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comentarios:26
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27
Jan
2011
26 comentários
  1. Rapha Aretakis
    27/01/2011

    Adorei o texto e concordo plenamente com o que você escreveu. Não existe obrigação alguma quando se viaja. Você viaja para desopilar, descansar e não para fazer número. Subi na Torre Eiffel uma vez e nunca mais subirei. Acho bem desnecessário, mas há quem adore e quem sou eu para dizer o que se deve ou não fazer durante uma viagem? O meu jeito de viajar não é melhor do que o de ninguém. Só é bom pra mim!

    :*

  2. Gleiber
    27/01/2011

    Falou e disse! Eu amei o Louvre, mas tem gente que não vai amar. Conheço quem tenha passeado de Gôndola e achado brega/piegas… O ponto turístico que eu mais gostei na Escócia por exemplo, foi um vale selvagem chamado Glencoe. Pouquíssima gente já ouviu falar!

  3. Ola.. estive em Paris no reveilow, e fui totalmente desobrigada, como vc disse, eu fiz o que eu considerava legal, independente dos pontos turisticos. O Louvre foi incrivel, mesmo não entendendo de arte, achei o palácio maravilhoso, e toda a estrutura turística ótima. Os outros museus não fui. Visitei a torre, mas não subi, não tive vontade de ir até lá; filas grandes, caro.. e o tempo estava fechado, não me arrependo. Fui a supermercados, passei nas ruas a esmo, comei cafés sossegadamente. Essa foi minha viagem a Paris.

    Jalile

  4. Gleiber
    27/01/2011

    Oi Jalile, obrigado pela visita. Você sabe que tem gente que precisa viajar várias e várias vezes para “aprender” a viajar desobrigado… Alguns estressados na vida real costumam continuar estressados em suas férias!

  5. Carolmay
    27/01/2011

    Oi Gleiber,
    De uma forma genérica concordo com o post, ninguém deve se amarrar a nada e deve encontrar seu estilo de viagem. Passei o meu roteiro para a Europa para 2 amigos que iam viajar solteiros, eles riram de tanta igreja e museu! E foram só no que interessava a eles (Heineken Experience, etc).

    Mas discordo do Louvre, acho que ele vale mesmo para quem não entende de arte. Tem a arquitetura do belo castelo, tem múmias, e coisas belíssimas. Acho que para quem não gosta de arte, vale a pena pegar o mapa e passar pelos setores de interesse para perder o menor tempo possível.

    E quanto a Notre Dame, tinha a maior fila quando fui, podem subir poucos de cada vez. E a fila estava no sol, desisti, mesmo tendo o Museum Pass. Fica para a próxima…

    Muito legal a idéia do post.
    Bj

  6. Ilza
    27/01/2011

    Gleiber, os teus comentários estão cada vez melhores! Adoro quando alguém tem a coragem de confessar que não foi a algum daqueles lugares que todo mundo tem a “obrigação” de ir. Viagem é para divertir. By the way, eu amo visitar museus, caminhar horrores entre as exposiçōes e terminar comprando umas quinquilharias na lojinha e fazendo um lanche politicamente incorreto na cafeteria.

  7. Michel
    28/01/2011

    Diga lá mermão! 😀 Muito legal o texto, interessante para refletir! Até no videozinho que eu fiz dentro do Louvre eu brinco que não entendo porra nenhuma de arte e aquile passeio pra mim não fazia sentido nenhum! E é a mais pura verdade.. eu subi a torre eifel de noite, olha que programa de indio!!
    É isso ae, abração maluco, paz!
    Michel
    http://www.rodandopelomundo.com

  8. Gleiber
    28/01/2011

    Galera, obrigado pelos comentários. Só enriquece o texto do blog! Eu sempre pesquiso muito antes de decidir se vou mesmo ocupar o tempo tão precioso de uma viagem em um determinado ponto turístico. Mesmo tendo gostado de vários museus (o do Vaticano, o Louvre, o de História Natural em Londres, etc) acho que em muitos outros que fui, o melhor foi o lanche politicamente incorreto da cafeteria, hehehehe

  9. Fábio
    29/01/2011

    Não pude passar aqui desta vez sem deixar comentário sobre suas andanças fabulosas! Suas ideias vao ao encontro de uma boa parcela de pessoas que fogem do turismo voraz comercial! Essas ciladas da Europa também já fui, Louvre, Eiffel, Pisa, Venezia! Gostei de todas sem o entusiasmo que é passado. Resumo: Louvre:correria so vi a chata da mona e o setor egipcio.Eiffel:há 12 anos a fila era menor e estava nevando!!! Pisa: sem comentário. Venezia: fedida! Agora tem lugares ótimos mesmo , os não comerciais. Por exemplo vc citou na Escócia um vale que eu nao conheci, mas adorei um cemitério antigo e ruinas romanas naquelas terras altas!!!
    Valeu
    Abraço
    Fábio

  10. FalaTurista
    01/02/2011

    Fantástico post Gleiber!

    Você foi polêmico! Bateu de frente com a maioria das pessoas que adoram “pensar demais”. Você falou a VERDADE!

    Não sou ligado a Artes, então, será que vale a pena ir ao Louvre mesmo?

    Essa foi a melhor parte!

    Claro, se eu falar isso para algumas pessoas, vou ser alvo de pedradas, mas você não se importou com isso, falou e disse, amigo!

    Abraços e lhe aguardo em meu blog!

  11. Gleiber
    02/02/2011

    Obrigado pelos comentários adicionais, pessoal. Esse blog defende o turismo “inteligente”! O que significa saber investir seu tempo e dinheiro naquilo que é prazeiroso a cada um! Abaixo o turismo de massas! Sem medo de dizer o que se pensa!
    Abraços!

  12. Nina Schubart
    05/02/2011

    Muito fera o post, penso parecido com você. Fiquei um mês em Londres e não fui no Madame Tussauds, por exemplo, mas em compensação fui no Natural History Museum umas 5 vezes, já que estudo biologia e tinha muito pra aprender com aquele lugar.
    Uma dica sobre o Louvre que não sei mais se é válida, quando fui em 2009 tinha uma “promoção” que às sextas-feiras depois das 18h visitantes com menos de 25 anos entravam de graça. Foi uma excelente pedida: o museu tava vazio, não paguei e o horário não “chocou” com outros lugares que eu queria visitar durante o dia. É claro que você vai conhecer pouco pela falta de tempo, mas pode ser uma visita complementar a outra que você já tenha feito. Não sei se ainda existe essa promoção nessas condições, mas vale a pena conferir.
    Um abraço!

  13. Nira
    07/02/2011

    Oi Gleiber!

    De forma geral, concordo com seu texto, com a proposta da viagem desobrigada, livre… Acho o Louvre sempre um bom passeio, mesmo para quem não entende de arte. Primeiro porque não acho necessário “entender” de arte para curti-la. Claro que quanto mais se entende, mais se aproveita. Mas arte é feita para emocionar, e isso ultrapassa o entendimento. Além disso, o Louvre é um mundo: dá para fazer diferentes passeio lá. Se vc curte mais história, pode optar pela seção egípcia. Se vc não gosta de arte contemporânea, dá para ficar só nos clássicos. Pode fazer um passeio só pelas esculturas, o prédio, que é lindo… Enfim! O importante é descobrir o que te agrada mais, né, e fazer a viagem com a SUA cara. Que é, no final, o espírito do post, não é?

    Pô, mas discordo da sua opinião sobre a Eiffel. Pra mim valeu super a pena, e não estava tão cheio. Fui no final da tarde, e nada paga o visual de Paris anoitecendo! E ó, se é pra apontar dificuldades, a subida para a Notre Dame é muito mais custosa com seus degraus! Mas concordo que vale a pena. Eu ficaria com os dois, fácil, fácil!

    Um abraço!
    Gostei do seu canto! Visitarei mais vezes!

  14. Celinha
    24/09/2011

    Muito bom esse seu poste, Gleiber.
    Acho que o principal nas viagens é estar feliz. Realizar o sonho de forma leve, poder aproveitar o dia a dia da cidade, sentar e ver o movimento.
    Quando fui pra Paris (era o sonho da minha vida, e não deu ontra, fiquei apaixonada pela cidade e não vejo a hora de voltar), tinha algumas grandes vontades: ir na Torre (sabe aquela cena do Ratatouille, em que ele abre a janela, olha a Torre e suspira? Pois é, era aquilo que eu queria), subir a Notre Dame e ver as gárgulas, e ver o Louvre. Tínhamos um roteiro muito, muito bom, que seguimos mas sem aquela coisa de “ah, vou ficar triste porque não vi isso”. E curtimos cada minuto que passamos ali, foram momentos de muita felicidade mesmo. E é isso que ficou marcado. Abração,
    Célia

  15. Gleiber
    25/09/2011

    Não tem fórmula para a viagem perfeita. O que sempre digo é: se você fica estressado por não cumprir o cronograma da viagem, então você deve destruir o cronograma, nunca o bom humor!

  16. Anonymous
    30/09/2011

    Concordo que não existe passeios ‘obrigatórios’, mas acho que seria bem interessante ( no caso específico dos museus de arte, por exemplo) se informar sobre arte. O que n é nada cansativo para quem gosta, n é verdade? Qto aos outros passeios, eu tb n sigo o roteiro óbvio que se dita. N curto conhecer catedrais pq n sou adepta de nenhuma religião, o que n faz sentido pra mim visitar o Vaticano por exemplo, mesquitas, etc…
    Seu blog é mto legal e informativo, porem senti falta de mais fotos dos lugares!

  17. Anonymous
    30/09/2011

    Com certeza é inútil conhecer museus( seja o Louvre ou outro ) sem entender o minimo de arte!!! A viagem perfeita pra mim é aquela que a pessoa tem um motivo concreto para ir, pois atualmente há uma febre por viagens por parte de alguns que n gostam de História, de leitura, de Geografia, etc … São viajantes/turistas à toa, e infelizmente o único intuito da viagem é se exibir para amigos, parentes, colegas, e nas redes sociais. São os chamados emergentes…rsrs
    Felizmente há pessoas que entendem e sentem o real sentido de uma viagem, que voltam dela renovados e com uma visão mais ampla da vida e do mundo. O seu blogger é mto bacana, e seus textos mostram que suas viagens tem sentido, valor e conteúdo. Parabéns!

  18. Inútil, inútil não é. Eu confesso no final do post do blog que, mesmo sem entender nada de arte, depois de visitar o Louvre, me deu uma vontade tão grande de aprender um pouco de tudo aquilo, que eu cheguei a comprar um livro de história de arte e até estudar um pouco! Então, ao menos para uma coisa serviu! Claro que, depois de estudar mais (e falta ainda aprender TANTO), tenho vontade de um dia voltar lá para visitar tudo com mais calma, quem sabe em uns dois ou três dias para aí sim poder absorver de verdade um pouco mais daquela grandiosidade toda! Abraços e obrigado pela contribuição ao blog!

  19. Simone
    05/12/2011

    Oi Gleiber! Curti o post e a discussão. Já fui a Paris 2 vezes, na primeira entrei no Louvre (e fiquei 8h lá!) e na segunda não entrei, e não fez falta… Gosto e entendo de arte, e acho o Louvre bastante cansativo, porém magnifico ao mesmo tempo. Pra quem procura só arte MODERNA e contemporanea no entanto, é frustação total, pra isso prefira os maravilhosos museus de Madri por exemplo.
    Acho que gosto não se discute, e ninguem tem obrigação de ir em lugar nenhum se aquilo não lhe interessa. Já escrevi um post sobre isto no meu blog, e defendo esta idéia, veja lá: http://flashesdeviagem.blogspot.com/2010/06/gosto-nao-se-discute.html
    PS: mas qto a subir na torre eiffel… achei lindo a vista lá de cima, e o elevador com toda sua complexidade subindo em angulo…! Eu super recomendaria! 😉

  20. Andrea Machado
    04/03/2014

    OI meninos. Não me canso de ler os relatos de vocês. Sou fã. Me senti agora na obrigação de comentar esse texto porque concordo tão fortemente com cada sílaba que até me arrepia. Já repeti tantas vezes aos amigos que vão a Paris para subirem na Notre Dame, no lugar da Torre Eiffel… Subi nas duas e não tem como se discutir. Na Notre Dame, sempre volto a subir. Mesmo sozinha (dificilmente encontro companhia para meu estilo de viagem), não deixo de mais uma vez subir e ficar perto daqueles gárgulas. Todo meio de ano levo alunos para Vancouver (para eles fazerem um curso de intercâmbio de 3 semanas). Esse blog de vocês está me fazendo ter novos olhos para essa viagem que para mim já é tão “mecânica”. Vou tentar transformá-la esse ano. No final do ano, faço minha viagem de férias. Seu blog está me ajudando demais a planejar essa viagem, que este ano será para a Romênia. Os textos de vocês me ajudam a sonhar. No meu ponto de vista, planejar uma viagem faz parte dela. Eu começo a viajar quando planejo. Viajar é realizar um sonho. E vocês agora fazem parte do meu sonho. Obrigada

  21. Andrea Machado
    04/03/2014

    PS – Sobre o Louvre: na primeira vez que fui, corri para ver a Monalisa (óbvio Rss), mas depois me deixei levar e fui me perdendo nos corredores. Não entendo nada de arte, mas conheço um pouco de história, e fiquei maravilhada quando, perdida, acabei “me batendo” com o Código de Hamurabi. Então, tem que ir ao Louvre. Se perder lá dentro, é tão gostoso como impagável.

    Aliás, retiro o que disse: ninguém é obrigada a ir a nenhum lugar. Só somos obrigados a sermos felizes.

    • Eu também curti mais a parte de História e é fantástica! Mas mesmo a parte da arte foi legal! Mas sou como tu, abomino “obrigações”, principalmente nas férias!

  22. Roberto
    28/08/2014

    Penso de uma forma parecida com o texto deste “post”. Não sou muito ligado em arte, mas, fui no Louvre e em Versalhes quando estive na França, até pela importância histórica destes dois lugares e não me arrependi. Havia filas longas mas é tudo muito organizado e as filas “andam” rápido. Alguns pontos turísticos do mundo são muito importantes e é difícil não visitá-los quando estamos lá, até para tirarmos nossas conclusões quanto a valer a pena e não nos arrependermos depois. Esta foto dos gárgulas de Notre Dame é muito interessante. Não pude subir em Notre Dame, pois fui quando estava fechada à visitação e foi uma pena. Por outro lado, quando fui na cidade do Porto, em Portugal, por exemplo, havia um teleférico que todos diziam ser imperdível. Não fui neste teleférico e não me arrependo. Ganhei muito mais utilizando meu tempo para andar pelas ruas desta cidade.

    • Oi Roberto,
      Que legal que você entendeu a mensagem! Obrigação não combina com turismo, na minha opinião.
      Abraços.

  23. Ana
    20/07/2015

    Eu concordo em número , gênero e grau com seu post , vou estar em Paris em novembro e fazendo o meu roteiro vou trocar o louvre pela euro Disney … Até vou passar pelo louvre tirar uma fotos das pirâmides e fachada e P mim já e o suficiente 🙂